quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

 

Personagem principal, nas versões 15 anos, Lolita/ 30 anos, Lola

 

 

Se você está em outra cidade, que não Maceió, e deseja adquirir um exemplar autografado de "Memórias de uma Cortesã", pode fazer o seu pedido por aqui, deixe o seu nome e endereço completo.

 

Valor do Livro: R$ 30,00

Frete + Envelope: R$ 7,00

Total: R$ 37,00

 

Depósito Banco do Brasil:

Conta Poupança nº: 16.286-8

Agência: 3183-6

Variação: 51

 

Anienne Nascimento

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

 LANÇAMENTO MEMÓRIAS DE UMA CORTESÃ

 

 

Momento de ALEGRIA!!!
 
 
 
 
Momento do DISCURSO!!!!! (abaixo, na íntegra)
 
 
 
 
Momento dos AUTÓGRAFOS!!!!!!
 
 
 
FIGA
 
(Charles Fosnseca)
 
Vejo contrastes de cores
Algo negro sobre o róseo
Um branco bege flóreo
Seus olhos falam de amores
 
Do poema que é a vida
Casada à alegria
De ser musa noite e dia
Dele ao seu lado, figa.
 
 
 
 
 
 
Criadora e Criação! A personagem prinicipal, aos 30 anos, Lola, de vermelho e aos 15 anos, Lolita, de cor de rosa!
 
 
 
 
"Boa Noite,
 
 
Espero que esta noite seja uma noite, realmente feliz para todos os presentes, como está sendo para mim! Muitos dos que estão aqui, acredito que a maioria, viveram e vibraram comigo na realização deste sonho...
 
 
Um dos nossos Mestres da Literatura Brasileira, Mário Quintana, falou:
 
"Se as coisas são inatingíveis... ora.
não é motivo para não querê-las...
que tristes os caminhos, se não fora
a presença distante das estrelas..."
 
Pois bem...
 
Há também um outro grande Mestre que gosto e admiro imensamente, este não era brasileiro e sim, cidadão do universo, conhecido mundialmente e que se chamava Jesus... ele falou assim:
 
"Vós sois deuses, fareis tudo o que faço, fareis até mais... se tiveres Fé, sereis capazes de transportar montanhas..."
 
Pois é... os dois Mestres que citei nos deram uma receita infalível: querer, acreditar e não desistir...
 
"Memórias de uma Cortesã" é um romance que comecei a escrever em 2008, há 4 anos atrás, na época, os livros eróticos nem estavam na moda, que coisa, não é? conta vivências de uma prostituta francesa, no período entre os séculos XIX e XX, é bastante "apimentado", por isso, um grande amigo que está aqui me falou que era um livro de "auto ajuda para casais", primeiro o casal lê junto a teoria e depois parte para a prática...
 
À época que escrevi, como foi dito anteriormente, eu estava num momento ímpar e muito difícil da minha vida, havia descoberto um câncer de mama que me remetia à ideia de  morte constantemente, mas eu precisava viver, eu queria viver, eu tinha (tenho) filhos pequeninos... o Luís estava com 4 e o Pedro com 5 anos... eles, a minha maior preocupação, a Luz da minha Vida e a força que me faz continuar vivendo, lutando e, principalmente, sendo feliz... feliz hoje porque o ontem já se foi e o amanhã não existe e nunca irá existir... a vida é aqui... a vida é agora... e é só hoje que podemos fazer, que podemos realizar, que podemos amar, que podemos viver... é hoje... e só para ilustrar a força que estas criaturas nos dão, os filhos, segundo este mesmo amigo, diz que os meus são extraterrestres, mas tudo bem... nunca esquecerei quando falei para eles que iríamos cortar os cabelos, os três, pois estávamos precisando, aí expliquei que o remédio que eu estava tomando faria cair todo o meu cabelo, por isso, eu iria raspá-lo, Pedro olhou para mim e disse: Mãe, toda mulher é bonita, mesmo careca!! Mesmo com vontade de chorar, olhei para ele e sorri... Uma outra vez, eu ia sair, organizando a cabeça para sair sem peruca, sem lenço, sem nada... olhei para eles e disse: Mamãe vai sair. Luís me avaliou e falou: Sabe mãe, você está linda, mas... se colocar a peruca, vai ficar mais linda ainda! Tive que ir de peruca e assim... os dias difíceis iam passando...
 
Enquanto escrevia encontrei muita vida... é que sexo é energia vibrante e vital... é momento criativo de prazer intenso... é momento precioso de encontro, no mínimo, entre corpos... indescritível então, se o encontro acontece entre corpos e almas...
 
Aproveito, então, para em público, agradecer ao meu esposo, Antônio, que me apoiou em todos esses momentos e que continuou me desejando mesmo naqueles em que eu estava feia, careca e sem mama, coisa terrível para uma mulher... agradecer quando ele mesmo mentindo dizia: Você está tão bonitinha carequinha. Sou muito feliz por estar com ele ao meu lado!
 
Quero agradecer também à minha mãe, às minhas irmãs e ao meu irmãozinho que me apoiaram sempre... sou feliz por ter nascido numa família à frente do seu tempo, fui educada despida de certos preconceitos... meu pai era assim... é assim... sei que onde estiver, eu acredito que aqui, também está feliz!
 
Agradeço à Cilene Bandeira, espécime rara e imprescindível na Pedagogia; Arriete Vilela, grande escritora alagoana: Wlademir Costa, minha tia maravilhosa que eu amo e admiro demais; estas qua foram essenciais na construção deste livro; também quero agradecer a presença da colega de profissão, hoje também sou escritora, Rute Freitas, que lançou, há menos de 1 mês, um livro lindo de poesias, "Rol de Sentimentos", dedicado à sua filhinha com Síndrome de Down e também agradeço aos familiares, aos amigos e a todos os presentes. 
 
Quando o autor escreve um livro coloca nele o que tem de seu, suas impressões, suas vivências, suas fantasias, suas verdades, suas mentiras, seu colorido, seu preto e branco, enfim, o seu eu... depois o livro passa a ser de domínio público e o leitor, ao lê-lo, também o recebe com suas impressões, suas vivências, suas fantasias, suas verdades, suas mentiras, seu colorido, seu preto e branco, enfim, o seu eu... é aí que está a beleza da coisa... o livro nunca está terminado e nunca será igual, está sempre se modificando, de acordo com aquele que o lê, pois...
 
"Quem escreve um livro, constrói o castelo... quem o lê, passa a habitá-lo..."
 
De todo o meu coração, espero que gostem de "Memórias de uma Cortesã"!!!
 
 
 
Obrigada!!!!!!!!!"
 



 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

 
 
 

Capítulo 1

 

Lenora

 
 


            Esses relatos se passam na Europa, com um enfoque mais específico em Paris, a chamada Cidade Luz, e inicia um pouco antes do início da Belle Époque, um período na história da Europa que começou no final do século XIX e que durou até o início da primeira guerra mundial. Esta expressão se refere ao clima intelectual, artístico e cultural da época, que foi marcado por profundas mudanças socioculturais e psicológicas, ocorreram várias descobertas e invenções como a eletricidade, um maior desenvolvimento dos meios de comunicação e transporte. Paris já possuía vários teatros, livrarias, balés, boulevards, sem falar na alta costura que lançava a moda que era copiada pela maioria dos países da Europa. Era considerado o maior centro de produção e exportação de diversão urbana.

           No ano de 1863, Lenora Rousseau, filha única de camponeses, estava com dezesseis anos, Era uma moça muito bonita com belos olhos cor de mel,  muito expressivos, boca grande, carnuda e nariz pequenino, seus cabelos eram ondulados, castanho claro caindo até os ombros e sua pele muito alva, era esguia e chamava a atenção pela beleza, os seus olhos tinham um aspecto triste que não combinavam nem com a sua beleza, nem com a sua juventude, parecia carrega nas costas um peso muito grande e que lhe deixava até um pouco encurvada.

            Lenora era muito simples e não tinha sonhos como as meninas de sua idade. Pretendia casar com um homem respeitável, ter filhos e uma casa só sua. Seus pais eram muito católicos e sempre iam juntos à missa. Foi na igreja que conheceu Josef Dupomt, um homem bem mais velho, estava com cinquenta e seis anos, mas ainda era solteiro e trabalhava desde adolescente como mordomo para uma família muito rica e tradicional na França, os Bouvié. Tinha sido educado num orfanato e não sabia quem eram seus pais. Apaiconou-se perdidamente por Lenora, à primeira vista, , resolvendo fazer-lhe a corte. Era alto, magro, com olhos muito pretos da mesma cor dos cabelos que agora estavam rareando, tinha um rosto fino, nariz grande, bem feito e boca grande, não era bonito, mas muito simpático.

            Lenora já havia percebido o interesse de Josef. No começo achou muito velho e sem graça, mas com o tempo foi se encantando com os cuidados e os pequenos presentes, terminando por aceitar a corte, já que seus pais também gostaram dele. Em alguns meses casaram e viviam numa atmosfera de tranquilidade. Não eram ricos mas conseguiam vever bem, sem grandes desafios. Josef sempre dava um jeito de superar as dificuldades, além disto, era um homem carinhoso e expansivo, enquanto que Lenora era mais calda e tímida, não dividia as suas angústias e dúvidas com ninguém e por mais que não transparecesse, tinha uma alma inquieta e insatisfeita, vivia a questionar-se o porquê da vida, qual seria o sentido de nascer? Crescer? Lutar pela sobrevivência? Unir-se a alguém? Ter filhos? Não conseguia encontrar respotas para as suas questões. (...) 

 

           Gostou? Adquira um exemplar autografado. Aqui no blog há os locais onde o livro está sendo vendido em Maceió ou posso enviá-lo, se deixar o seu  e-mail no comentário, para entrarmos em contato. Basta fazer o depósito e informar o endereço.

Obrigada,

Anienne Nascimento

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Bate-papo com a autora!






Anienne é médica, casada, mãe de dois filhos e uma mulher forte. Leva a vida com muito bom humor e foi quando estava com câncer que se descobriu escritora. Sem técnicas, regras, o livro Memórias de uma Cortesã foi escrito com a alma e trouxe para ela sentimentos de alegria, vitalidade e superação, enquanto enfrentava o câncer. Ela acredita que quando se lê um livro, a história leva as marcas do autor, mas o leitor também a transforma.


1- De que fala o livro?`
É um romance que conta partes da vida de uma prostituta que viveu na França no período da Bèlle Époque, entre os séculos XIX e XX.

2- Quando você decidiu escrevê-lo e por que?
Em 2008, tive um câncer de mama que me fez tirar licença médica para o tratamento, me deixando "presa" em casa. Na verdade, não tomei uma decisão, o que aconteceu foi que surgiu uma vontade de escrever, a história começou a se formar em minha mente de forma espontânea e natural, os capítulos não apareciam na ordem cronológica que construí depois, à medida que escrevia ia criando alma nova...

3 - O que você pretende causar no leitor?
 
Para responder esta pergunta pego carona no poema de Mario Quintana:

"Os Poemas
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde
e pousam  no livro que lês
quando fechas o livro,
eles alçam vôo como de um alçapão,
eles não têm pouso, nem porto,
alimentam-se um instante
em cada par de mãos e partem
e olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhoso espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti..."

Pois é, enquanto escritora, retiro de dentro de mim a história, coloco as minhas impressões, a minha visão, o meu colorido, mas no momento em que o livro cai nas mãos do leitor, é este quem vai dar a sua forma e brilho, aquele que a lê é corresponsável.

4 - Quanto tempo você levou para escrever?
Para concluir tudo, entre escrever e publicar, quatro anos... 

5 - Para construir os personagens, você se inspirava em alguém?
Na verdade, os capítulos são como contos independentes que surgiam em minha cabeça como se fosse um filme. Às vezes, acordava à noite com uma ideia e levantava para rascunhá-la com medo de esquecer, depois a desenvolvia. Mas, não me inspirava em ninguém em especial, em alguns momentos pensava em uma pessoa para fazer a descrição, da personagem, por exemplo, teve um deles que imaginei o Andrea Boccelli.

6 - Você estava com câncer quando escreveu. Como foi este momento de descoberta como escritora, nesta fase da sua vida?
O primeiro sentimento que tive foi de surpresa, depois de prazer e alegria e, finalmente, a certeza de que queria continuar a escrever pelo resto da minha vida.

7 – O que você diria aos que querem ler o livro?
Quando lê-se um livro, mergulha-se na alma do escritor e ao terminá-lo leva-se consigo um pouco deste. Desta forma, ficarei para sempre na alma daqueles que se dispuserem a ler "Memórias de uma Cortesã", ao mesmo tempo, que cada um que ler estará transformando a história de acordo com os seus próprios olhos, permanecendo para sempre também nas páginas e no enredo... Espero, de todo o meu coração, que gostem...

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Livro alagoano conta a história de uma prostituta francesa e será lançado em dezembro



Um livro que promete prender a atenção dos leitores, homens ou mulheres, pela sua beleza e realidade nas descrições. O livro Memórias de uma Cortesã, que será lançado em 12 de dezembro, em Maceió, foi escrito por Anienne Nascimento, médica nascida em Mato Grosso, mas de coração alagoano, berço de sua família e que desde criança é apaixonada por leitura.

Memórias de uma cortesã é um romance que conta as vivências de uma prostitua francesa, no período do século XIX para o XX. Nas páginas, os leitores poderão viajar junto com as experiências desta cortesã e seus clientes mais queridos. A escritora promete que quem ler vai se surpreender com a mulher que irão encontrar, decidida, amante voraz dos homens e da música, amada e odiada, admirada e invejada, carente e insegura... Lola!

Anienne conta que apesar de gostar de sua profissão, se redescobre, quando escreve. "Enquanto escrevo sinto-me outra, vejo-me nova, dou adeus a mim mesma, com alegria. Eu não me dava conta que vivia correndo de hospital em hospital cuidando dos outros e esquecendo de mim... ao começar a escrever descobri um novo mundo, me reinventei e me reencontrei como mãe, mulher e, acima de tudo, como pessoa...", destacou a escritora.

Ela conta que quando esteve com um câncer de mama, em casa "de molho" para o tratamento, veio uma vontade intensa de escrever, de contar uma história que lhe enchesse de vida, de sonhos e de libertações, uma realidade oposta à que ela estava vivendo. "Me percebi sonhando e, finalmente, acordei dentro de mim. Com certeza o livro me ajudou na recuperação", complementou.

O lançamento do livro será realizado no Museu da Imagem e do Som, a partir das 19h, no Jaraguá, e é aberto ao público. Este blog será um canal para que os leitores já possam começar a se envolver com algumas partes da história. Então, sejam bem-vindos, a esta viagem no tempo e na imaginação!