terça-feira, 30 de julho de 2013

Convido os amigos para o Relançamento de "Memórias de Uma Cortesã" na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas!!!! Estou esperando VOCÊ no Estande da Tenda Cult Ural !!! Dia 01 de Novembro; às 20 horas!!!                                                                        Anienne Nascimento

 

sábado, 8 de junho de 2013

COMENTÁRIO:

 

"Memórias de uma Cortesã" é um livro muito bom, estou acabando de ler e já com saudades.

Digno de ser vendido nas melhores livrarias do mundo.

Quando sair o próximo, já estou na fila.

Parabéns Anienne!" 



 Lousanne de Azevedo é turismóloga de formação e maquiadora de coração, esse é o seu trabalho há 18 anos, além disso, adora cantar!

Obrigada Querida!

"A arte existe porque a vida não basta." [Ferreira Gullar]

 

 

terça-feira, 4 de junho de 2013

COMENTÁRIO:

 

"Memórias de uma Cortesã" para mim foi uma leitura ímpar. Em primeiro lugar por se tratar da obra de minha irmã, em segundo por ser um livro erótico tão cheio de amor, onde a ficção dava lugar à realidade nos fazendo refletir e tantas vezes nos identificar ou desprezar aquela mulher tão cheia de si.

Ainda nos deu oportunidade de escolher um outro fim para Lola e mais uma vez a chance de repensar sobre nossas próprias escolhas...

Parabéns pela sensibilidade... o sucesso é s
ó uma crescente pois você é uma estrela e o céu seu limite, você nasceu para brilhar!!!

Amo você, beijo.



Aninha Gusmão tem formação em Serviço Social e é uma grande artista da beleza, cabeleireira e maquiadora por pura e bela vocação! Trabalha no Salão Fios de Cabelo.

Também te amo!!!

Nena (Anienne Nascimento)

“Algumas pessoas sentem a chuva. Outras apenas ficam molhadas.” [Bob Marley]

 

 

 


domingo, 26 de maio de 2013

COMENTÁRIO:

 

Ani, você pediu e estou atendendo seu pedido dando minha impressão sobre o livro: confesso que não gosto muito de leitura erótica. Não por pudor, mas porque acho que se torna monótona à medida que as "situações sexuais " se repetem. Mas no "Memórias de uma Cortesã" (li num fôlego só) cada capítulo traz um personagem com um enredo diferente que torna o livro atraente e de leitura aprazível. E o final é sensacional!!

O meu lado romântico aguardava um reencontro que fizesse Lo
la, finalmente, feliz (rsrsrs). E você me surpreendeu com as frentes abertas, mostrando as oportunidades que a vida nos oferece e muitas vezes não enxergamos.

Parabéns por tanta criatividade, principalmente por se tratar do seu primeiro livro.

Vamos ao próximo!!!

Beijo carinhoso


Luciana Pacheco é uma colega e amiga querida, Médica Infectologista e Diretora Geral do Hospital Escola Dr Helvio Auto, que é o Hospital de referência em Doenças Infecciosas no estado de Alagoas.

Obrigada Lú e um beijo,

Anienne Nascimento


“Um livro tem que ser um machado para o mar congelado dentro de nós” (Franz Kafka)

 

 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Capítulo 15 

Vincenzo e Benedetto


(...) Ela foi até lá e o esperou, quando Benedetto apareceu Lolita pegou em seu braço e ele a olhou sem acreditar. 

- O que quer comigo francesa? 

- Não consegue imaginar? 

Aproximou-se dele e encostou a boca em seu ouvido. 

- Quero você... Estou louca por você... 

- Você é mesmo louca, muito mais do que eu pensava. 

- Você me quer? 

Dos seus olhos saíam faíscas que queimavam Benedetto 

.- Eu nunca faria isto com o meu irmão. 

- Eu sou mulher de ninguém e ele sabe disso. 

- Mas está encantado por você! 

- E eu por você. 

Estavam muito próximos e passou a mão para sentir o que estava sob a calça, percebendo que estava excitado sorriu, enquanto Benedetto ficou perturbado e voltou para a mesa com uma expressão atordoada. Os outros já estavam se entendendo com as meninas e Vincenzo aguardava Lolita. 

- O que aconteceu, Benedetto? 

- Nada de mais, meu irmão. 

Lolita chegou neste momento e falou: 

- Acho que Benedetto ficou assustado com a minha proposta. 

Ele a olhou sem acreditar no que estava ouvindo. 

- É mesmo? E posso saber qual é essa proposta tão assustadora, docinho? 

- Claro que sim... Perguntei para ele por que não fazíamos uma festinha a três? (...)



quinta-feira, 28 de março de 2013

COMENTÁRIO: 

"Este livro é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O ! 

Muito interessante a vida da Lola, principalmente naquele tempo de repressão para as mulheres. Parabéns para você e que o próximo seja assim tão bom. Beijos!!!"


Rosinha Santos é bancária e trabalha na Caixa Econômica Federal.


Obrigada Rosinha, muito feliz com o seu comentário. O próximo? Já comecei a escrever... rsrs


Anienne Nascimento


"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando" [Clarice Lispector]


sábado, 23 de março de 2013

Capítulo 7
Arnaud

(...) Desceram para o salão bem grande com as paredes em um tom vermelho-sangue, várias mesas de madeira rodeadas por cadeiras e o palco em frente. Finalmente as portas de O castelo se abriram, demorou-se um pouco para os clientes começarem a chegar pois terça-feira não era um bom dia para os negócios e ainda estava muito cedo. Lolita e Collet ficaram de pé num ponto onde poderiam ver todos e também serem vistas. (...)
(...) Lolita olhou na direção da porta...
e prendeu a respiração arregalando os olhos. Collet se voltou para onde a moça estava olhando, viu o homem que tinha acabado de entrar e perguntou:
- O que foi? Já o conhece?
- Não, mas é o homem mais lindo que já vi em toda a minha vida.
- Seu nome é Arnaud Legrand, já veio aqui algumas vezes, mas não é cliente fixo de ninguém, gosta de variar. O amigo dele é Apolinaire Aragon e é cliente de Marie.
Lolita não conseguia tirar os olhos de Arnaud, achou que era um homem maravilhoso, parecia um príncipe com a pele clara, cabelos castanhos caídos na testa e um pouco desalinhados, o que lhe dava um aspecto de moleque, tinha um sorriso maroto, seus olhos eram grandes, muito redondos, azuis e davam a impressão de não perderem nada ao seu redor.
Segundo Collet, Arnaud era um fidalgo riquíssimo, um bom vivant, não queria nada com a vida, preferia dormir o dia inteiro e viver à noite. Estava acostumado às noitadas regadas a muito álcool e mulheres. Por muita insistência dos pais resolveu assumir um cargo no Exército Francês ou “Armée de Terre”, que é o componente terrestre das Forças Armadas da França, morava em Paris com seus pais que não estavam nada felizes com ele, pois já tinha completado 28 anos, era um homem feito, mas continuava se portando como um menino.
Lolita o olhava insistentemente e ele, percebendo, chamou-a, ela olhou para Collet, como quem pede ajuda.
- O que é que eu faço?
- Vá até lá menina, o seu príncipe encantado está lhe chamando, diga apenas o que seu coração mandar, sem medo de errar, o pior que poderia acontecer seria ele não ficar satisfeito e escolher outra moça, o que acho muito difícil, já que é novinha e linda, está chegando agora no lugar e as outras ele já conhece.
Deu uma piscadela para Lolita e cruzou os dedinhos empurrando-a na direção de Arnaud. Ela estava nervosa, suava frio, enquanto caminhava até sua mesa, não sabia o que dizer para o seu príncipe, chegou toda desconfiada e este falou:
- Sente pequena. Nunca a vi por aqui, faz quanto tempo que chegou?
- Cheguei ontem e hoje é o meu primeiro dia de trabalho.
- Hum... já trabalhou em outro local como este?
- Não, é a primeira vez.
Lolita pensou que nenhum local que já tinha trabalhado era parecido com aquele, mas será que era isto mesmo que ele queria saber? Talvez estivesse perguntando para saber sobre sua experiência, preferiu calar e deixar que ele pensasse o que quisesse.
- Muito bom. Hoje é o seu primeiro dia de trabalho e o meu dia de sorte. Como é o seu nome?
- Lolita.
- Quantos anos você tem?
- Quinze.
- Que bom, então, serei o seu primeiro cliente. Deseja beber alguma coisa?
- Sim, tem alguma sugestão?
- Por que não começa com um bom vinho, que é mais suave?
- Ótimo.
- Então, deixe-me pedir. Este é meu amigo Apolinaire Aragon, está perdidamente apaixonado pela cantora Marie.
Lolita fez um aceno com a cabeça e Apolinaire disse:
- Olá, seja bem vinda.
- Obrigada.
Arnaud falou no ouvido de Lolita:
- Chegue mais perto, por que não senta aqui no colinho do papai, pequena? Sua bebida acabou de chegar, venha que eu quero lhe ensinar como apreciar um bom vinho.
Lolita sentou nas pernas de Arnaud sentindo que o fogo já começava a lhe queimar.
Pegue uma quantidade boa que dê para lavar todas as partes internas de sua boca, faça longos bochechos e depois pode engolir.
Lolita fez como Arnaud aconselhou, mas terminou se engasgando, por isso, tossiu. Arnaud sorriu e falou:
- Deixe eu lhe ajudar...
Deu-lhe um beijo na boca intenso, gostoso e muito excitante, depois colocou a mão por baixo de todos aqueles panos atingindo um lugarzinho quente e úmido e ambos esqueceram completamente onde estavam. (...)